A fiscalização realizada pelo Procon-BA no dia 25 de outubro de 2026 revelou que 944 ônibus estavam parados em garagens da cidade de Salvador.
A denúncia sobre o bloqueio na saída de ônibus foi recebida na manhã do mesmo dia, levando a equipe do Procon a verificar a situação das garagens das empresas de transporte público.
Entre as empresas fiscalizadas, a OT Trans apresentou 55 veículos parados em seu pátio, mesmo estando aptos para operação, desrespeitando a legislação eleitoral que exige o uso da frota durante as eleições.

A medida é relevante pois, com o bloqueio, muitos eleitores enfrentaram dificuldades para acessar o transporte público no segundo turno das Eleições de 2026.
Bloqueio e fiscalização pelo Procon-BA
No dia 25 de outubro de 2026, a fiscalização Procon-BA recebeu denúncias sobre a proibição da saída de ônibus na cidade de Salvador, o que gerou preocupações sobre a mobilidade durante o segundo turno das eleições. Em resposta a essas denúncias, equipes do Procon foram enviadas às garagens das empresas de transporte público para verificar a situação da frota disponível.
Ao todo, a fiscalização revelou que 944 ônibus estavam parados em diversas garagens da capital baiana. Esse bloqueio inadequado foi considerado uma violação da legislação eleitoral, que determina a necessidade de utilização total da frota para garantir o transporte aos eleitores.
Empresas de transporte e número de ônibus parados
As principais empresas fiscalizadas incluíram a OT Trans, onde foram encontrados 55 veículos parados, todos aptos a operar. Outros pontos críticos incluíram a empresa OT Trans G3, que tinha 118 ônibus parados, e a Integra Plataforma Barros Reis (G7) com 55 veículos inativos, entre outras. A Integra Plataforma Suburbana (G1) também apresentou um elevado número de ônibus parados, com 142 veículos.
Além disso, a OT Trans, localizada na Estrada Velha de Campinas de Pirajá, tinha 174 carros acumulados no pátio, enquanto a Integra OT Trans G6 registrou 101 veículos parados. Outras garagens, como a OT Trans G2 e as plataformas G2 e G5, apresentaram números significativos de ônibus que não estavam em operação, contabilizando 123, 112 e 64, respectivamente.
Diante das irregularidades encontradas, o Procon-BA encaminhará as medidas administrativas necessárias para responsabilizar as empresas pelo descumprimento da normativa vigente, assegurando assim os direitos dos consumidores e a aplicação da lei.
